Mulheres que freqüentam a rede Onodera acabam se transformando em proprietárias de suas unidades
A rede de clínicas de estética Onodera, com 29 anos de atuação no mercado de beleza feminina, está em plena expansão pelo país. Desde que aderiu ao sistema de franchising, em 2000, a rede que começou em um pequeno espaço dentro de uma academia de judô no bairro da Aclimação, em São Paulo, não para de crescer. No entanto, a escolha dos novos franqueados é bastante cuidadosa. De acordo com a diretora de rede, Lucy Onodera, existe uma preferência por investidoras que possam se dedicar com exclusividade ao negócio, que tenham boa noção em gestão, gostem de se relacionar com o público e, principalmente, que se identifiquem com o serviço que a marca oferece. Este último quesito justifica porque algumas ex-clientes acabam se transformando em franqueadas da Onodera.
“Sempre me identifiquei com a marca. Acredito ter investido em um negócio rentável e com particularidades. Fico feliz de ter escolhido essa franquia, apesar do trabalho exaustivo que dá”, avisa Priscila Lovetro Corrêa, 33 anos, ex-funcionária de uma empresa de informática, que freqüentava a unidade Brooklin desde 2002 para realizar seus tratamentos e que inaugurou sua clínica no ano passado. Um ano antes, a advogada Aline Salvi Schimdt, 29 anos, que entre 2003 e 2008 frequentava a mesma unidade, inaugurou a sua clínica na cidade de Americana, a 140 km da capital paulista. “Quando iniciei a procura por uma franquia, realizei uma pesquisa com dados mais específicos voltados à área comercial, para me certificar se também seria interessante financeiramente”, diz Aline.
Para Edna Onodera, fundadora da marca, a rede tem atravessado décadas acompanhando e participando das mudanças e transformações da mulher na sociedade. “Quando iniciei, não existia todo esse culto à beleza, as mulheres não se preocupavam tanto com a estética como acontece nos dias de hoje. Tampouco havia essa ânsia tão grande por independência, ser livre financeiramente, dona do próprio negócio”, analisa a empresária. Ela acredite que o fato de ter clientes que se transformaram em franqueadas é bastante positivo para a marca. “Quando sabem disso, futuras candidatas entendem que ninguém investiria em algo que julgasse arriscado”, conta.
Ex-cliente da unidade Chácara Santo Antônio, a administradora de empresa Vera Lúcia, 38 anos, proprietária da unidade Lapa desde 2006, pensa inclusive em abrir mais uma unidade. “Negócio certo desde que trabalhe certo e trabalhe muito, pois as pessoas acreditam que abrir seu próprio negócio é trabalhar menos”, conclui a franqueada.
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